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Aritz Aranburu leva último título do SuperSurf Internacional 2010

por Censura 18, 18 de outubro de 2010

Seis brasileiros chegaram à Praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, no sábado, com chance de conquistar o WQS seis estrelas. Mas quem levou a melhor no pico carioca foi o espanhol do País Basco Aritz Aranburu. Ex-integrante da elite mundial, ele venceu quatro baterias. Na final, derrotou o catarinense Willian Cardoso e faturou a etapa da divisão de acesso e levou para casa US$ 20 mil (cerca de R$ 33 mil).

Em ondas de meio a 1 metro, Aritz somou 12,34 pontos, contra 8.66 de Willian. Foi sua quarta final de WQS no Brasil. A última delas, na semana passada, nas ondas também cariocas do Arpoador, onde perdeu para Leandro Bastos.

Aquela derrota tinha sido a única de Aritz em finais. Antes, ele fora campeão em Fernando de Noronha (2007) e na Praia Mole, em Santa Catarina (2010).

Foto Thiago Braga/ divulgação

Fonte globoesporte.com

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Bernardo Pigmeu é o campeão no SuperSurf Internacional

por Censura 18, 4 de outubro de 2010

O pernambucano Bernardo Pigmeu, 27 anos, conseguiu domar Gabriel Medina, 16, para faturar o título do SuperSurf Internacional do Costão do Santinho. Ele usou a força nas manobras para jogar muita água nas duas baterias que venceu no domingo decisivo da etapa com nível máximo 6 estrelas que abriu a  perna  de fim de ano do ASP South America Star Series 2010 em Florianópolis. Medina chegou à final como grande favorito e continuou arriscando os aéreos, mas o vento sul forte acabou dificultando a execução desta manobra e prejudicando a formação das ondas no último dia.
 
Pigmeu abriu a decisão do título usando a força do backside numa boa esquerda que lhe rendeu nota 6,33. Medina ficou arriscando os aéreos, enquanto Pigmeu ia fazendo batidas e rasgadas para somar pontos. E foi assim que o paulista assumiu a ponta com uma nota 7,33 em sua sexta apresentação na final. Faltando 12 minutos, Pigmeu vem em outra esquerda jogando água pra cima para buscar os 5,34 pontos que passou a precisar para vencer. Os juízes deram nota 7,53 para ele, que abriu 6,54 pontos de vantagem. Depois não entrou mais nenhuma onda boa e o resultado terminou mesmo em 13,86 x 11,66 pontos.
 
“Infelizmente ficou difícil o mar, correnteza forte, o vento também e as ondas não colaboraram. O Pigmeu (Bernardo Miranda) está de parabéns. Está aí sempre tentando, batendo na porta, parabéns pra ele que surfou bem na final e mereceu vencer”, disse Gabriel Medina.  “Estou feliz e parece que Floripa dá sorte pra mim. No ano passado venci minha primeira etapa do WQS na Praia Mole, fiz semifinal lá esse ano, agora outra final aqui no Santinho, então ótimo, estou amarradão pelo resultado também”

Foto Daniel Smorigo (Asp South America)

Fonte O Radical

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Gabriel Medina bate seu próprio recorde do SuperSurf

por Censura 18, 1 de outubro de 2010

Com um aéreo  Kerrupt Flip  perfeito, Gabriel Medina ganhou a maior nota do ano nas três etapas do SuperSurf Internacional. Ele já tinha feito novos recordes em sua estréia na Praia do Santinho e até igualou o placar de 18,43 pontos do dia anterior, agora somando o 9,93 da manobra que o australiano Josh Kerr apresentou para o mundo e que poucos surfistas conseguem acertar. O paulista de apenas 16 anos de idade foi um dos classificados para a rodada dos 24 melhores surfistas nas ótimas ondas de 3-5 pés da Praia do Santinho, Florianópolis, ontem, 30 de setembro.
 
Na quarta-feira, o surfista tirou 9,5 num tubo surfado em sua última onda, que foi computado com a nota 8,93 recebida com batidas e rasgadas executadas com bastante pressão e velocidade. Até tentou um  Superman, mas não completou o aéreo. Dessa vez mandou o  Kerrupt Flip  e arrancou nota 10 de três dos cinco juízes. Dois acharam que a manobra valeu nota 9,8 e a média ficou em 9,93. Ainda assim, é a maior do ano nas etapas do SuperSurf Internacional.
 
“Hoje o mar está bem melhor, boas esquerdas e estou feliz por ter acertado uma manobra que eu estava tentando há um bom tempo fazer em um campeonato, o Kerrupt Flip”, contou Gabriel Medina. “Ontem (quarta-feira) tirei a maior nota num tubo, hoje em um aéreo e tem outro também que venho treinando que quero arriscar, mas é bem difícil. Eu preciso de bons resultados para me classificar para o WCT, então vou continuar tentando todas as manobras mais atuais para poder passar as baterias”.
 
Medina agora vai enfrentar dois estrangeiros na quarta fase, o sul-africano Brandon Jackson e o uruguaio Marco Giorgi. Ele já é apontado como novo fenômeno do Brasil pela comunidade internacional do surfe, até pelos próprios adversários. “Realmente, o Gabriel Medina é excepcional, surfa muito bem, é um moleque muito concentrado e será nosso futuro no circuito mundial, com certeza”, acredita o potiguar Marcelo Nunes, que já fez parte do seleto grupo do ASP Dream Tour por alguns anos e se classificou em 2º lugar na bateria vencida por Gabriel.

Foto Daniel Smorigo/Divulgação

Fonte O Radical

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