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Trestles vai sediar o campeonato mundial de Tandem Surfing

por Censura 18, 3 de janeiro de 2011

Pela primeira vez na história a Califórnia vai sediar o campeonato mundial de Tandem Surfing, modalidade na qual casais de surfistas surfam na mesma prancha.

A competição vai ser realizada entre os dias 7 e 9 de janeiro em Trestles (Church break), San Diego, e vai reunir times da Europa, América do Sul, América do Norte, Havaí e Austrália.

“Esperamos cerca de 20 times do mundo inteiro para o campeonato mundial deste ano. Estamos introduzindo um novo formato que permite atletas de duas divisões ganharem pontuações altas e conquistarem os títulos mundiais”, explicou Kristen Huntington, diretor de prova e presidente da TWO (Tandem Waveriders Organization).

Lembrando que o Tandem Surfing tem se expandido rapidamente nos últimos 5 anos porque começou a ter seus eventos sancionados pela ISA (International Surfing Association).

Foto Torrez

Fonte RicoSurf

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Kelly Slater fatura maior prêmio da temporada após vitória no Hurley Pro Trestles

por Censura 18, 20 de setembro de 2010

O nove vezes campeão mundial Kelly Slater chegou a sua 43ª vitória na carreira, a quarta em Lower Trestles, onde foi oferecido o maior prêmio da temporada. Pela vitória no Hurley Pro Trestles, Slater embolsou 105 mil dólares e assumiu a liderança na corrida pelo seu décimo título mundial. O australiano Bede Durbidge foi a última vítima do surfista nas ótimas ondas de 5-7 pés do sábado em Lower Trestles. O vice-campeonato valeu 30 mil dólares de prêmio e 8 mil pontos no ASP World Title Race 2010.

A vitória foi indiscutível, pois Slater foi mesmo o melhor surfista no sábado decisivo do Hurley Pro Trestles. Na final, quase bateu o recorde de 18,50 pontos do também americano Dane Reynolds. Ele recebeu a maior nota do último dia – 9,53 – e totalizou 18,13 pontos, não dando qualquer chance para Bede Durbidge, para quem ele já havia perdido uma decisão de título nas mesmas ondas de Lower Trestles anos atrás.

Esta foi a quarta vitória de Kelly Slater na etapa norte-americana do ASP Dream Tour. As outras foram conquistadas em 2005, 2007 e 2008. O último dia começou com a novidade do formato inaugurado nos Estados Unidos, uma repescagem para definir os quatro últimos classificados para as quartas de final. E foi dela que saiu o campeão do evento. Depois, Slater passou por Owen Wright nas quartas e na semifinal derrotou Mick Fanning, que dividiu o terceiro lugar na Califórnia com Dane Reynolds.

Agora vêm duas etapas seguidas na Europa, ambas vencidas por Mick Fanning no ano passado. A primeira delas é o Quiksilver Pro France, que começa no próximo sábado, dia 25, com seu prazo terminando em 05 de outubro. A segunda é o Rip Curl Pro móvel em Peniche, Portugal, que vai do dia 07 até 18 de outubro. O Rip Curl Pro Search que neste ano será realizado na Costa Rica e o Billabong Pipe Masters no Havaí fecham a temporada, que pode ser encerrada com o fantástico décimo título mundial de Kelly Slater.

Foto Divulgação

Fonte O Radical

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Mineirinho dá adeus a Trestles

por Censura 18, 17 de setembro de 2010

Quinto melhor surfista da temporada, Adriano de Souza, o Mineirinho, deu adeus à etapa de Trestles, a sexta da temporada. Nesta sexta-feira, ele perdeu para o australiano Kieren Perrow na terceira fase e se despediu em 13º. O aussie, que só está na elite por ter recebido um convite, passou à quarta rodada, uma antes das quartas de final.

Depois da etapa do Taiti, vencida por Andy Irons, a elite mundial foi reduzida de 45 para 32 surfistas. A eles, juntaram-se dois convidados – neste ano, Perrow e o americano Gabe Kling. Em cada etapa, mais dois convidados dos patrocinadores entram na chave.

Quinto do ranking, Mineirinho viu Perrow (33º) arrancar uma nota 6,00. Aos 14 minutos, depois de três ondas fracas – com notas menores do que 1,00 -, o brasileiro conseguiu respirar com um 5,00. Ainda assim, porém, continuava atrás. Precisava tirar 1,01 para assumir a ponta.

Trestles parecia sonolenta. O aussie aproveitou o que apareceu pela frente para abrir vantagem, mas acabou deixando a melhor onda para o brasileiro. Tirou 1,83, e fez Mineirinho buscar 2,84. O paulista explorou bem a direita que se formou atrás e a rasgou até quase chegar à areia: 6,77.

Kieren tinha tempo para corrigir o erro. E correu para fazê-lo. Tirou 3,67 e passou a precisar de 5,78. Dois minutos depois, virou com 7,13. Mineirinho agora teria de achar uma onda que lhe rendesse nota 6,37. A torcida assobiava, tentando avisar de uma nova série que se formava. O brasileiro foi para a última tentativa, deu rasgadas, mas, quando a onda fechou, já na beira, ele parecia saber que não tinha conseguido. Kieren, sentado sobre a prancha, pedia para que os juízes anunciassem a nota. Escutou o 5,77 e respirou aliviado ao ouvir um outro som, o da buzina que anunciava o fim da bateria.

Foto ASP

Fonte globoesporte.com

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